Avatar autor post - Chamyto

5 de novembro de 2025

Por Chamyto

A seletividade alimentar infantil é um comportamento muito comum, especialmente nos primeiros anos de vida da criança. No entanto, a recusa persistente em comer certos alimentos ou grupos alimentares pode se tornar um problema a longo prazo, pois restringe o paladar e afeta o consumo de nutrientes essenciais. Embora essa aversão à comida seja esperada na primeira infância, o natural é que ela diminua com o crescimento. Quando isso não ocorre, é fundamental intervir para manejar e controlar o quadro. 

Pensando nisso, preparamos um guia completo para te ajudar a entender tudo sobre seletividade alimentar: o que é, quais são suas causas, como identificar o problema, em que momento buscar tratamento e as melhores formas de tratar. Confira!

O que é seletividade alimentar infantil? 

A seletividade alimentar infantil é caracterizada pela persistente recusa da criança em comer certos alimentos. Essa rejeição está frequentemente ligada a características específicas da comida, como texturas, cores, cheiros ou sabores. Consequentemente, a criança passa a evitar esses itens, o que pode levar à redução do apetite, perda de interesse pela alimentação e, em situações mais graves, causar impactos negativos à saúde devido à falta de nutrientes. 

Apesar de ser rotulada como “frescura” por algumas pessoas, a seletividade alimentar infantil não é implicância ou birra. Na verdade, ela é desencadeada por fatores fisiológicos, sensoriais, emocionais ou comportamentais. 

O que causa a seletividade alimentar infantil?

As causas da seletividade alimentar infantil são variadas, desde questões emocionais até condições de saúde. Veja as mais comuns: 

  • Fatores sensoriais: dificuldade ou desconforto com texturas, cheiros, sabores, cores ou aparência dos alimentos.
  • Questões emocionais: ansiedade, estresse, transtornos alimentares.
  • Ambiente ou hábitos familiares: falta de incentivo dos pais, rotina das refeições, a maneira como a família lida com a alimentação.
  • Condições de saúde: distúrbios gastrointestinais, Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH.
  • Experiências negativas anteriores (traumas): alergia, engasgo, mal-estar, intoxicação alimentar.

Como é uma criança com seletividade alimentar?

A criança com seletividade alimentar infantil demonstra uma recusa em experimentar alimentos novos, mesmo que você insista que é gostoso. Ela prefere se manter fiel ao que já gosta, rejeitando qualquer item que não seja familiar ou que apresente características que causem aversão. Embora esses sejam os sinais mais evidentes da condição, lembre-se que cada criança pode manifestá-la de maneiras distintas. Fique atento aos detalhes:

  • Não come alimentos diferentes ou novas preparações de comidas que gosta 
  • Rejeita grupos inteiros de alimentos (todos os legumes, frutas ou verduras, por exemplo)
  • Prefere comidas simples (muitas vezes industrializadas ou repetitivas)
  • Ansiedade ou birra na hora das refeições
  • Aversão a alimentos por causa de textura, cheiro, sabor ou aparência
  • Come sempre o mesmo alimento, que deve ser preparado da mesma forma 
  • Paladar limitado com pequeno repertório de alimentos
  • Evita misturar texturas ou cores no prato 
  • Come muito devagar ou evita comer 
  • Precisa de distrações para se alimentar (como ver televisão)

Quanto tempo dura a seletividade alimentar infantil?

A fase de seletividade alimentar infantil costuma acontecer entre 2 e 6 anos de idade.  À medida que a criança se desenvolve e é exposta a novos alimentos, essa aversão tende a reduzir naturalmente. O esperado é que aos 8 ou 9 anos isso já não seja um problema tão significativo. Porém, cada criança tem seu tempo de desenvolvimento, então essa média pode variar. 

Quando a seletividade alimentar é preocupante?

Você deve começar a se preocupar se a seletividade alimentar infantil persistir de forma significativa após os 6 anos de idade. Fique alerta também quando o comportamento é tão intenso a ponto de comprometer a ingestão de nutrientes essenciais para o desenvolvimento, pois isso pode impactar diretamente o crescimento e a saúde da criança. 

Além disso, observe se a seletividade alimentar infantil está associada a outros sinais, como: atrasos no desenvolvimento, dificuldade para ganhar peso e crescer, problemas de saúde recorrentes (dores de garganta, dentárias ou enjoos) ou sensibilidades sensoriais em excesso. Em qualquer um desses cenários, é imprescindível buscar ajuda profissional especializada. 

Quem tem seletividade alimentar tem autismo?

Não necessariamente. A seletividade alimentar infantil é um comportamento que pode ocorrer em qualquer criança, e não é um diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto, é fundamental destacar que a seletividade também é uma condição comum em pessoas com TEA. Nesse caso, o comportamento tende a ser mais intenso e normalmente está relacionado à hipersensibilidade sensorial (a texturas, cheiros e sabores) e a uma grande resistência a experimentar novos alimentos.

Se estiver em dúvida sobre a possível relação entre a seletividade alimentar e o autismo, é importante conversar com o médico. Apenas a avaliação profissional é capaz de determinar se há ou não uma ligação com o Transtorno do Espectro Autista.  

Qual o tratamento para seletividade alimentar infantil?

O tratamento para seletividade alimentar infantil varia conforme a intensidade do quadro. Na maioria dos casos, o ideal é adotar novos hábitos alimentares dentro de casa. Evite pressionar ou forçar demais a criança durante as refeições, pois essa atitude gera resistência e pode ter um efeito reverso. Tente tornar as refeições em momentos agradáveis e positivos, aproveitando para dialogar com a criança. Aos poucos, promova a exposição a novos alimentos. Use a criatividade: experimente diferentes modos de preparo ou misture o novo alimento com opções que a criança já aceita. 

Envolver a criança no preparo dos alimentos é outra estratégia poderosa. Essa participação oferece uma nova perspectiva sobre a comida, criando afeto e interesse. Se essas abordagens não apresentarem resultados, pode ser necessário o acompanhamento multidisciplinar com nutricionista e psicólogo. Os especialistas vão ajudar a entender as causas e a oferecer soluções para reduzir a seletividade alimentar infantil de forma saudável e eficaz.

Aposte no Chamyto como aliado no controle da seletividade alimentar infantil

A redução da seletividade alimentar infantil é um processo demorado e que requer paciência dos pais e cuidadores. Para garantir que a criança mantenha um bom aporte nutricional durante essa jornada, uma dica é complementar a dieta com opções saudáveis e pensadas para o paladar infantil, como o Chamyto

O Leite Fermentado Chamyto é fonte de vitaminas e zinco, um nutriente essencial para o desenvolvimento físico e psicológico. Já o Iogurte Chamyto é rico em cálcio, o mineral mais importante para a formação e o fortalecimento dos ossos, indispensável para o crescimento saudável na infância. Disponíveis em sabores variados e agradáveis ao paladar (Tradicional, Uva, Morango e Vitamina de Frutas), incluir Chamyto na dieta – sempre em conjunto com outros alimentos nutritivos – é uma forma saborosa de unir nutrição de qualidade com a aceitação das crianças.